2011

Motivados pelo excelente resultado de 2010, em 2011 a equipe resolveu aprimorar o projeto, tanto no conhecimento teórico, quanto na qualidade construtiva das aeronaves e no uso de ferramentas organizacionais. Mas o regulamento deste ano impôs às equipes da Classe Regular a condição de que o compartimento de carga tivesse a largura mínima de 400 mm e que a posição do centro de gravidade da aeronave vazia coincidisse com o da aeronave carregada. Isto fez com que as equipes apresentassem aviões com grande área frontal, resultando em grande arrasto parasita. Neste ano, também, as aeronaves da Classe Regular só poderiam decolar numa distância de 50 m.

Utilizando o consagrado perfil TKV 2008, desenvolvido pela equipe, chegou-se a uma asa com 2,70 m de envergadura, propondo carregar 13 kg de carga útil. Os testes foram exaustivos, pois o primeiro protótipo se acidentou em seu voo inicial devido a uma inesperada torção na ponta das asas, resultando na ineficiência dos ailerons. Para a decolagem em 50 m com carga máxima, estudou-se o uso de dispositivos hipersustentadores (“flapes”), mas que se mostraram inviáveis no decorrer do projeto.

Na competição deste ano, a equipe apresentou uma grande evolução na parte teórica, assim alcançou a sexta colocação na nota de relatório de projeto. Porém na competição de voo, a Equipe Trem ki Voa não se classificou devido à perda da aeronave em vôo na segunda tentativa. Com rajadas de vento acima de 30 km/h, a asa apresentou torção nas pontas e se rompeu próximo à fixação com a fuselagem após uma tentativa frustrada de pouso. O TKV 2011 estava com a carga útil de 12,76 kg. Na terceira e última tentativa, próximo ao toque no pouso, a segunda aeronave quebra o trem de pouso do nariz ao pousar, desclassificando a equipe. No resultado final, a Equipe Trem ki Voa ficou na 32a colocação.